domingo, 31 de maio de 2009

Amargurado

Tão azedo é o gosto de um sonho perdido
Tantas lagrimas sem proposito

Sozinho a noite recito de novo versos de infelicidade
A noite escura com uma nevoa turva que me faz desejar não estar vivo
Viver em dias com amargura é como sentir os vermes apodrecendo sua carne
O coração não bate, meus olhos não fecham, minha sentença já foi dita
Minha morte é agora, não é como se eu estivesse prestes a morrer, é como se eu já estivesse morto
Olho para meu lado e não vejo ninguém,
Pergunto pelo meu amor e não ouço resposta
Vivo em meio as trevas, lagrimas não escorrem do meu rosto
Meu coração é frio, e não reclamo por isso,
Sei que um dia vou voltar,
Voltarei e direi a mim mesmo que desta vez não cometerei os mesmos erros.

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