quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Turbulência, capitulo 4

Vitor está um pouco confuso, mas feliz, toma um banho e sai para comprar algumas coisas para o café, deixando um bilhete para Caroline, “querida volto logo”, porém quando ele volta, ela não está mais em sua casa, escrito em baixo de seu bilhete, tem uma mensagem de Caroline, “tive uma ótima noite, mas tenho compromisso com hora marcada, me liga quando poder”.
Caroline tinha ido, mas o sorriso em Vitor continuava, enquanto arrumava as almofadas do sofá a campainha toca, abre a porta, e quando olha é sua prima Jenifer, linda, parecia que o tempo não tinha passado, continuava com aquela carinha de quando tinha 18 anos, a Lolita dos seus sonhos, parecia que mine-saia e blusa decotada era seu uniforme, mesmo sem fazer nada já o provocava. Ela deu um rápido “oi”, e correu para abraça-lo, beijando calorosamente perto de seu pescoço, o abraço durou um bom tempo.
- Oi, Jenifer! Achei que só chegava a tarde.
- Resolvi vir mais cedo, estava com saudades do meu priminho, estive pensando muito em você.
- Bom, vamos tomar um café?
- Claro, onde posso colocar minhas  malas?
- Você pode colocar no quarto ao lado do meu, acho que vai se sentir bem lá.
- É claro, eu estava desesperada por um lugar para ficar, quando seu pai disse que eu poderia ficar com você fiquei muito feliz.
- Eu vou arrumar o café e você arruma suas coisas.
Jenifer levou suas malas para o quarto, Vitor preparava um café, pensou na sorte que foi Caroline ter saido antes que Jenifer chegasse, e o quanto sua Lolita continuava sexy e provocante.
Vitor estava começando a colocar as coisas na mesa, quando Jenifer chegou atrás dele beijando seu pescoço e falando:
- Estava morrendo de vontade de te abraçar, você ficou muito mais bonito.
- Rsrsrs. Brigado, você é e sempre foi muito sexy, e me deixa com um tesão que não consigo controlar.
- Vitor então se virou e segurou sua Lolita pela cintura, lhe beijando, levantou-a e colocou em cima da mesa. Foi beijando seu decote, tentando alcançar o a ponta dos seus seios, ela ia levantando a sua blusa, ele beijando em seu pescoço e tirando a calcinha dela, realmente foi algo muito quente, muito carnal e era o que ambos queriam.
Após acabarem, ambos tomaram uma ducha, Vitor com um olhar vago e distante, arrepende-se do sexo, pensa em Caroline, como foi bom estar com ela, da conversa engraçada que tiveram, que se sentiu completo, mas com sua Lolita foi diferente, foi apenas ação, talvez nada mais que uma fantasia do passado, e o remorso percorreu em sua pela, talvez entre água que caia do chuveiro, também escorresse alguma lagrima dos olhos de Vitor.
Vitor vai ao seu quarto se secar, então que a campainha toca, e para ajudar na confusão Jenifer enrolada em uma toalha vai atender, logo após chama Vitor: “Tem uma tal de Caroline querendo falar com você”!
Continua...
Será que Vitor via se safar dessa? Ele optará entre uma das duas? Caroline vai acreditar que Jenifer é uma prima? Caroline vai querer ver Vitor novamente, mesmo a prima morando com ele? O que Jenifer vai pensar?
Descubra no próximo capitulo de turbulência!
Faça parte da história, coloque nos comentários (anonimo ou não) o que você faria no lugar de um dos personagem.

Turbulência, capitulo 3

Vitor quase não podia acreditar que estava em casa com a mulher que por anos escondia uma paixão, colocou para tocar sua seleção de musicas, deixou uma luz baixa, sentaram-se no sofá, e voltaram a conversar:
- Então, onde está a TV a cabo?
- Bah, nem lembrei, deu problema  e o técnico levou para arrumar, mas eu tenho vinho você aceita?
- Não, bebi de mais, você esta querendo me embebedar?
- Ops... Você notou?
- Rsrsrsrs...
- Não, só queria deixar você confortável, pois uma linda mulher merece ser tratada como uma rainha, e essa flor é pra você.
- Quem diria que por trás do tímido contador, se esconde um conquistador, (Sorrindo e cheirando a rosa recebida).
- E quem diria que em meu sofá estaria uma mulher tão linda, a mais linda de todas, que seria capaz de tirar a timidez desse contador, por vontade de fazer de tudo para conquista-lá?
- Assim você me deixa  sem jeito...
- Então vamos para de falar...
E assim Vitor se aproxima e segura na mão de Caroline, nesse momento, ele pode ver o brilho, nos olhos de dela, achava que ela estava disposta a ir mais adiante.
Com um pouco de insegurança, Vitor se aproxima do pescoço de Caroline, e começa a beijar com muita emoção, ambos sentem a temperatura aumentar, e com uma mão tira uma das alças do vestido dela, e com outra acaricia suas pernas, aproximando de suas partes intimas, sente que ela não está usando calcinha, conforme uma das alças deslisa pelo braço dela, o seio esquerdo fica amostra, Vitor vai beijando até alcança-lo, e com outra mão desce a outra alça, fazendo o vestido cair.
Vitor deita Caroline no sofá, e retira seu vestido por completo enquanto ela retira sua camiseta, ele volta beijando suas pernas até chegar em sua região intima, a qual beija e acaricia, ela sente prazer e solta pequenos gemidos. Vitor continua a acaricia-lá, e toca o corpo de Caroline, até ela chegar ao orgasmo.
Ele vai tirando o resto deu sua roupa, e beijando todo o corpo dela, quando chega nos lábios de Caroline, penetra ela, que solta um gemido bem alto, fazem amor por muito tempo, que se pareciam intermináveis momentos de prazer, no fim da exaustão e de muitos orgasmos, adormecem no sofá.
Ao amanhecer, Vitor se lembra, que a tarde sua prima Jenifer, está por chegar, e que tem uma linda mulher no seu sofá.
Continua...

Turbulência, capitulo 2

Caroline ainda esperava pela resposta de Vitor, já tinha notado que ele era tímido, mas imaginou que não teria problemas em convida-lo para sair, afinal eram colegas, e não teria problema nenhum em fazer companhia um para o outro. Vitor ainda sem jeito, mal acreditava que  a secretária tinha lhe convidado para sair, tentava desviar olhar dos olhos dela, e acabava caindo com o olhar em seu pequeno decote, o que o deixava mais sem jeito ainda. Já era tempo de uma resposta e tomando folego respondeu:
- Claro, será um prazer te acompanhar!
- Heba, nos encontramos no barzinho às 9?
- Sim! Até mais.
- Até!
Vitor pela primeira vez em muitos anos, sentiu-se um homem de atitude, mesmo que não muita. Pensou em segundas, até terceiras intenções com Caroline, foi para casa, deixou uma seleção de musicas programadas no radio, se preparou, esperou ansiosamente o tempo passar, saiu para encontrá-la, passou na farmácia, comprou camisinhas e alguns chicletes, chegou no barzinho, estava com clima quente, Caroline, amiga e o namorado, já estavam lá, falando de sexo e amor, Vitor sentou-se ao lado de Caroline, um pouco tímido conversou pouco, mais reparou no vestido, leve, não muito longo, com um decote sensual, de alças finas. Não muito tempo depois a amiga e o namorado se despediram e foram casa.
Vitor já tinha bebido um pouco além do normal, e sua timidez já tinha sumido, não parava de olhar para o corpo de Caroline, principalmente suas pernas, que desejava acariciar, e não deu muito tempo foi o que ele fez, e de resposta veio um sorriso meio que constrangido, sem embaraço tirou a mão, e lhe deu um abraço roubando um longo beijo.
Após o beijo, Vitor olhando nos olhos dela, perguntou:
- O que você acha de irmos para minha casa?
- Rsrsrs.... Você acha que eu sou que tipo de garota?
- Acho que você é uma garota linda, que merece muita carinho e atenção. Eu tenho a discografia toda de Papas da Língua,  o que você acha?
- Rsrsrs... Não é minha banda preferida.
- Tenho TV a cabo e muita pipoca.
- E... você vai querer ficar olhando TV?
- Não, você olha TV, eu fico admirando você! Prometo me controlar.
- Hunn... Sei... Promete?
- Prometo! Promessa de escoteiro Lobinho.
- Então vamos... Rsrsrs...
O que Caroline não sabia, é que Vitor nunca tinha sido escoteiro, nem ao menos tinha vontade de cumprir sua promessa, afinal o mundo é feito de pessoas que quebram suas promessas.
Continua...

Turbulência, capitulo 1

Essa história não é recomendada para menores de 18 anos, tem um pouco de romance, sexo, mentiras, e não me pergunte se o final vai ser feliz, pois ainda não sei...

Por desgosto, ou falta de espirito de aventura, Vitor, se sentia na amargura, de uma vida pacata, modesta, mas comoda, não notava os anos passando sem ter histórias empolgantes para lembrar. Vinte e oito anos, e já era contador importante, em uma filial de uma grande empresa, em Porto Alegre, não tinha namorada, apenas uma paixão que já escondia a alguns anos, pela Caroline, a secretaria da empresa.
Dia após dia ele acordava às 7 horas, preparava-se para o trabalho, chegava às 8 horas, reparava na roupa da jovem e sexy  secretária, dirigia-se para sua sala, com uma hora de almoço, trabalha até às 18 horas, voltava para sua casa em seu carro popular, ligava rádio e sentava-se na varanda, tomava um vinho enquanto via o sol se pôr, organizava a casa, jantava e dormia.
Tudo aconteceria exatamente igual nessa sexta-feira, a  não ser até seu telefone tocar:
- Alô.
- Oi Filho!
- Pai?! Tudo bem?
- Sim, to te ligando pra saber se importa de acomodar sua prima Jenifer, em sua casa, ela passo no vestibular para turismo. Tudo bem?
- Bah!
O que Artur, pai de Vitor, não sabia, era que o filho suou frio e lembrou-se da ultima vez que viu Jenifer, três anos atrás, em uma festa de família, com 18 anos, em uma mine-saia que deixava suas pernas bem amostra, e uma blusa sensual segurando seus fartos seios, era linda, para Vitor a Lolita de seus sonhos, que na despedia lhe deu um doce beijo, que fez acelerar seu coração. Com muitas noites pensando nela, e trocaram vários e-mails, apaixonou-se, até Jenifer, começar a namorar com um vizinho de sua idade.
- E ai filho, ela pode ir?
- Si, Si, Sim. (nervoso Vitor responde)
- Ok! Amanhã a tarde ela chega ai!
- Mas já?!
- Sim, as aulas começam logo, ela tinha planejado alugar uma casa com uma amiga, que não vai mais poder ir.
- Então tá...
- Tenho que desligar agora, tial filho.
- Tial, Abraço.
Pelo resto do dia Vitor não podia tirar da cabeça a lembrança do beijo de Jenifer, pensava como seria conviver com ela, e se deveria deixar-se ou não levar pelos seus desejos carnais com a Lolita dos seus sonhos. Sem ter trabalhado muito, já era 18 horas, ao sair de sua sala Caroline chama sua atenção com um encantador sorriso.
- Vitor! Já vai?
- É... Já está na minha hora.
- Olha só, mais tarde eu, uma amiga e o namorado dela vamos a um barzinho, com música ao vivo, não está afim de ir junto? Sabe, falar umas bobagens, tomar umas cerveja... O que você acha?
Mais de uma vez no mesmo dia Vitor suou frio, nervoso, não entendeu direito o convite, Caroline e ele não conversavam muito, mas ele sempre quis convidá-la para sair, apenas lhe faltará coragem. Não achava certo misturar trabalhado com outras relações, mas isso apenas era uma desculpa para justificar sua timidez, pois era fascinado por esta mulher.
Continua...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Minha Riqueza

Na jornada da vida,
Entre tropeços e acertos,
Encontrei meu amor,
Você é meu potinho de ouro no final do arco-íris,

Momento trivial

Danado aquele sorriso que veio de ti,
quando de interesse olhei nos teus olhos,
encabulado, mas empolgado,

Foi uma brisa leve,
no calor da situação,

Naquele embraço,
me culpo,
por não ter ti puxado para um abraço,
e tomado dos teus lábios o gosto do teu beijo,

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Desentendido

Na montanha das desilusões,
atributos oriundos da discórdia,
desfazem o que ainda resta da sanidade,
louco de pedra,
faz as coisas no impulso, 
tropeça e nega os próprios erros,
machuca o seu coração,
e tanto a direita quanto a esquerda,
leva para a direção do abismo,
apenas o consenso leva ao paraíso.

A caminhada é dura,
cheia de encontros e desencontros.
O vento frio, racha a pele,
e entristece o viajante.
A vontade de desistir,
desmerece a glória.
Caminho árduo,
amargura do desestimulo.

A poeira sobe, enquanto o sol se esconde,
e a principio tudo é mais difícil,
o brilho do olhar não ilumina,
as estrelas não indicam o cume da montanha.

Sonetos góticos, sussurram no ar,
esperando a falência do viajante.
Suplicou  a Deus,
pediu dispensa da caminhada.
Chorou, e suas lagrimas salgadas,
não serviram para aliviar sua sede.

Passou em penumbra,
sentiu em sua nuca o uivo dos lobos.
Sentiu medo, rastejava em direção as trevas.

Lamentou o ocorrido,
pediu desculpas,
porém a fome não passará,
e nem a luz ele alcançará.

Desprovido das suas forças,
nem as respostas procurava mais.
Apenas caminhava,
e perdia os laços de amor,
a cada passo ou rastejo,
lembrava que as verdades e mentiras da sua vida,
não restava nem ao menos uma realidade,
que já não estivesse corrompida,
todo orgulho era combatido com orgulho,

Continua...
Ou talvez não...

sábado, 10 de outubro de 2009

Por que eu escrevo

O que eu escrevo não é bom.
Não soluciona nenhum dos problemas do mundo, nem ao menos os meus.
As pessoas que lêem isso não se sentem melhor.
Viajo entre as linhas e isso nem faz sentido.
Porém continuo a escrever, pois tudo que tenho são meus pensamentos, e com eles sou livre.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Principio do fim

Não são meros os motivos mais sinceros,
Não há maldade na verdade,
Só faz dor a realidade,
Serena discórdia,
Laços de juras eternas,
Tão precárias quanto os sentimentos,

Esquiva-se das soluções,
A resposta é a solidão,

domingo, 4 de outubro de 2009

Onde está meu amor?

Em algum lugar distante,
eu sei que está meu amor,
e isso é o que temos em comum,

Eu sei, e ao mesmo tempo nada consigo explicar,
a saudade aperta e o peito dói,
sinto que meu amor não vem me ver,

Mas eu sei,
em algum lugar por ai,
meu amor me procura,

Já tentei em outros olhos achar o brilho dos teus,
Só que é só você, que é a minha menina,
Só você que pode me curar dessa saudade que eu sinto,

Nós temos tanto e tão pouco,
Tetaram tirar tudo de nós,
Mas tudo que sobrou, é o que mais importa,
Que é o amor. É o amor!

Doidera

Olha só o que eu fiz.
Deixei a porta aberta, esperando você vir me ver.
Na noite fria, tem uma coisa que me angustia.
Acho que estou ficando maluco.
Espero pelo calor do verão.
Só pra ter a esperança, de sentir você.
É como querer sonhar em um sonho.
Não sei se eu corro para te alcançar ou espero você se cansar.
Logo, vamos ter que nós abraçar.

Esperança

Olha a vida e esperança, despojamos nossos versos, com sonhos de alegrias. Tenhamos fé nas preces feitas com coração.
Escuta o canto dos pássaros, veja na beleza de uma flor, sinta na complexidade das constelações estrelares. Me diga, é belo?
É obra de Deus, que nós deu a vida, que nós fez livres, que nós deu o dom de amar.
E o amor, dádiva graciosa, desconhecida por muitos, que só conhecem o rancor, e o ódio, amor que é desconhecido e se desdobra por fronteiras, que se faz ardente com a paixão, que se faz carinhoso como amor de amigos, é protetor como amor paterno e materno, que fidedigno como amor de irmãos.
E deve ser assim, que corações abatidos pela discórdia, desamparados, traídos, corações com rancor  e ódio, sejam cobertos novamente pelo amor, que surja esperança de paz onde há guerra.
Façamos nossos deveres com amor, e que amemos as pessoas sinceramente.