quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Turbulência, capitulo 1

Essa história não é recomendada para menores de 18 anos, tem um pouco de romance, sexo, mentiras, e não me pergunte se o final vai ser feliz, pois ainda não sei...

Por desgosto, ou falta de espirito de aventura, Vitor, se sentia na amargura, de uma vida pacata, modesta, mas comoda, não notava os anos passando sem ter histórias empolgantes para lembrar. Vinte e oito anos, e já era contador importante, em uma filial de uma grande empresa, em Porto Alegre, não tinha namorada, apenas uma paixão que já escondia a alguns anos, pela Caroline, a secretaria da empresa.
Dia após dia ele acordava às 7 horas, preparava-se para o trabalho, chegava às 8 horas, reparava na roupa da jovem e sexy  secretária, dirigia-se para sua sala, com uma hora de almoço, trabalha até às 18 horas, voltava para sua casa em seu carro popular, ligava rádio e sentava-se na varanda, tomava um vinho enquanto via o sol se pôr, organizava a casa, jantava e dormia.
Tudo aconteceria exatamente igual nessa sexta-feira, a  não ser até seu telefone tocar:
- Alô.
- Oi Filho!
- Pai?! Tudo bem?
- Sim, to te ligando pra saber se importa de acomodar sua prima Jenifer, em sua casa, ela passo no vestibular para turismo. Tudo bem?
- Bah!
O que Artur, pai de Vitor, não sabia, era que o filho suou frio e lembrou-se da ultima vez que viu Jenifer, três anos atrás, em uma festa de família, com 18 anos, em uma mine-saia que deixava suas pernas bem amostra, e uma blusa sensual segurando seus fartos seios, era linda, para Vitor a Lolita de seus sonhos, que na despedia lhe deu um doce beijo, que fez acelerar seu coração. Com muitas noites pensando nela, e trocaram vários e-mails, apaixonou-se, até Jenifer, começar a namorar com um vizinho de sua idade.
- E ai filho, ela pode ir?
- Si, Si, Sim. (nervoso Vitor responde)
- Ok! Amanhã a tarde ela chega ai!
- Mas já?!
- Sim, as aulas começam logo, ela tinha planejado alugar uma casa com uma amiga, que não vai mais poder ir.
- Então tá...
- Tenho que desligar agora, tial filho.
- Tial, Abraço.
Pelo resto do dia Vitor não podia tirar da cabeça a lembrança do beijo de Jenifer, pensava como seria conviver com ela, e se deveria deixar-se ou não levar pelos seus desejos carnais com a Lolita dos seus sonhos. Sem ter trabalhado muito, já era 18 horas, ao sair de sua sala Caroline chama sua atenção com um encantador sorriso.
- Vitor! Já vai?
- É... Já está na minha hora.
- Olha só, mais tarde eu, uma amiga e o namorado dela vamos a um barzinho, com música ao vivo, não está afim de ir junto? Sabe, falar umas bobagens, tomar umas cerveja... O que você acha?
Mais de uma vez no mesmo dia Vitor suou frio, nervoso, não entendeu direito o convite, Caroline e ele não conversavam muito, mas ele sempre quis convidá-la para sair, apenas lhe faltará coragem. Não achava certo misturar trabalhado com outras relações, mas isso apenas era uma desculpa para justificar sua timidez, pois era fascinado por esta mulher.
Continua...

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