sábado, 28 de novembro de 2009

Autópsia de um amor, parte 7, Planos e sonhos

Por mais que nossas conversas me fizessem feliz, o que mais queria era poder tocar o corpo de Afrodite, entre nossas conversas entravamos em fantasias, sonhavamos  com o dia que iriamos nos encontrar, com o sabor de cada beijo e sensação do toque em cada pele.
Ao passar de um mês já sabíamos muito dos sonhos e desejes mais íntimos de cada um, nossa intimidade era compartilhada sem nenhum pudor.
Teve uma vez que sonhei com Afrodite, foi um dos sonhos mais puros que já tive, onde eu ia levitando até ela, e no encontro eu a beijava, tão bom que eu não queria mais voltar para a realidade.
Nossos sonhos faziam as nossas conversas mais emocionantes, a cada sonho um novo desejo, a cada desejo mais necessidade de encontrar Afrodite.
Por hora nosso amor estava condicionado aos nossos sonhos, para pior saber que caso o sonho desmoronasse com ele também iria toda nossa esperança.

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