sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Autópsia de um amor, parte 14, Os planos perfeitos

Nossas conversas era cheias de planos, o principal deles era nos encontrar, claro que encontrar envolvia faculdade, família e financeiro, mas em nossos sonhos tudo era possível.
Em sensação melancólica, eu falo hoje, que deixei para trás todos meus planos perfeitos, descobri da pior forma, que os planos perfeitos não existem, o que tenho é a sensação de falta de uma justiça divina. Mas quem entende quais são os planos de Deus, apenas que eles são perfeitos.
Brincávamos de como seria o dia de nos conhecer pessoalmente, se eu iria apenas sorrir, se ela iria ficar encabulada, se nossa timidez iria permitir que fossemos nós mesmos, como seria o primeiro beijo, o calor de cada pele.
Falávamos em forjar algo grava, como um acidente para obrigar o outro a visitar.
Sonhar é bom, mas sonhos sem ação, não muda nada.

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